Um minuto

Saber esperar, saber usar o tempo que se tem, saber aproveitar o tempo, saber aceitar o ritmo no qual o tempo passa: seria o tempo o segredo para o conhecimento e felicidade?
Este é o paradoxo da época que vivemos: estamos sempre ocupados, sempre correndo, com pressa, impacientes, querendo que o dia tenha mais horas; e ao mesmo tempo, buscamos cada vez mais talentos e culturas onde parece que o tempo não passou.

Às vezes o tempo castiga e para destacar-se é necessário olhar além, estar inconformado, buscar por mudanças. O tempo é cruel. Poucas pessoas, poucas histórias permanecem imunes na nossa memória. O tempo não permite mediocridade e não gosta muito de aproximação. O tempo reconhece as pessoas e as ideias extraordinárias: é justo com a verdadeira beleza, com a verdade e com a coragem. Ninguém escapa do tempo que nos leva ao futuro, fazendo com que algumas coisas percam a importância e outras sejam esquecidas. Mesmo quando reclamamos que o nosso tempo está acabando. O tempo acima de tudo, nos adverte.

Então como seguir em frente nessa luta contra o tempo? Como ser o seu próprio tempo, seguir seu próprio ritmo? Como aproveitar o tempo que temos? O tempo é amigo e inimigo: recompensa e condena, mas normalmente nos salva e nos oferece uma segunda chance quando pensamos que estava tudo acabado ou que já era tarde demais. No final, só depende da gente fazer com que o tempo seja o nosso melhor aliado. E na verdade, ele é.

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